Financiamentos

Cai demanda por crédito

Empréstimos para aquisição e reforma de imóveis cederam no primeiro semestre. Consumidor deu preferência aos consórcios.

A alta dos juros, o maior rigor das instituições financeiras na concessão de crédito e a desconfiança do consumidor reduziram as atividades da construção civil no Brasil, como de resto em todos os setores econômicos produtivos. Em valores, as operações contratadas no primeiro semestre para construção, aquisição e reforma de imóveis, assim como para a compra de materiais, tiveram recuo de 16% sobre igual período do ano passado, totalizando R$ 53,2 bilhões. Em unidades financiadas, o declínio, na mesma base de comparação, é de 22%, somando
199.943 imóveis.

No período de 12 meses, até junho, o volume de empréstimos com recursos das cadernetas de poupança do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) alcançou R$ 104,4 bilhões, queda de 7,4% em relação ao apurado nos 12 meses precedentes. Os dados são da Associação Brasileira de Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). 

A dificuldade na obtenção do crédito acabou se refletindo no incremento das vendas de cotas de consórcios imobiliários. A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) identificou aumento de 40% no primeiro semestre na comparação com igual período do ano passado, ultrapassando 109 mil novas cotas. Apenas janeiro teve desempenho inferior ao mesmo mês do ano passado. De fevereiro em diante os índices são positivos, e chegaram a 24% em junho sobre igual mês de 2014. Para o presidente executivo da ABAC, Paulo Roberto Rossi,
“os números confirmam maturidade na atitude do consumidor que, com responsabilidade, vem adequando suas finanças pessoais ao momento difícil da economia brasileira”.

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